Publicada em: 10/06/2019 às 13:00
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Prestadores de serviços de Internet são fundamentais para expansão da casa conectada
Roberta Prescott

Os prestadores de serviços de internet são fundamentais para a popularização do conceito de casa conectada, com a implantação da automação e de equipamentos de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) nos lares brasileiros. Em entrevista à Abranet para comentar o lançamento da WDC Networks de painéis solares inteligentes e solução de automação residencial IoT, o CEO da empresa, Vanderlei Rigatieri Jr, ressaltou que os ISPs são peça-chave na estratégia da companhia, pois eles levam a internet via fibra ótica a mais de 3 milhões de domicílios brasileiros. “Nada mais natural que entregar mais automação nos lares”, disse.

De acordo com Rigatieri, o projeto Casa Conectada possibilitará aos prestadores de serviços de internet agregar mais serviço a sua base de clientes, uma vez que eles poderão oferecer automação residencial e comercial sem fio, mais prática e fácil de instalar. “Estamos colocando à disposição dos provedores regionais toda a nossa experiência de mercado e força de marketing, inclusive com treinamentos comerciais e um programa de certificação dos técnicos”, declarou. 

Para Rigatieri, o Casa Conectada fará com que os prestadores de serviços Internet fidelizem ainda mais os seus clientes. “Acreditamos que o futuro do conforto, da segurança e da eficiência energética para casas e apartamentos está na possibilidade do cliente usufruir de produtos relacionados à Internet das Coisas (IoT) interligados via smartphones e assistentes pessoais. Na nossa opinião, faz todo sentido para os provedores de internet regionais adicionarem valor na sua oferta de banda larga com fibra essa solução. Quem tem 100 Mbps de internet com certeza quer automatizar iluminação, câmeras, som, Wi-Fi em todos os cômodos e ninguém entende mais disso do que os ISPs”, acredita.

Questionado como ele tem visto a movimento dos prestadores de serviços de internet para ofertas de IoT e casa conectada, Rigatieri reconheceu que, hoje, é praticamente zero a oferta destes serviços via ISPs. “A maioria está na fase 1, ou seja, das ofertas básicas, ou ainda construindo redes. Estamos mais uma vez inovando e alertando para uma nova tendência”, apontou. “Estamos muito animados com este projeto. Se os provedores entenderem a dimensão do nosso projeto, acredito que teremos cem franqueados em 12 meses”, previu.


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