Publicada em: 03/03/2020 às 18:24
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Privacidade está cada vez mais ligada ao uso da Inteligência Artificial
Da Redação da Abranet

Mais de 40% dos recursos tecnológicos para proteção da privacidade vão depender de inteligência artificial até 2023, aponta a consultoria Gartner, ressaltando que atualmente a IA responde somente por 5% nesses sistemas de compliance.

Segundo a consultoria, essa demanda é fruto direto de novas legislações de proteção de dados pessoais, notadamente a GDPR europeia, mas que de alguma forma foi acolhida em diferentes países, assim como o Brasil, que tem uma Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/18). “Mais de 60 países ao redor do mundo já propuseram ou estão preparando regulações de proteção de dados e da privacidade”, aponta a Gartner.

Até 2022, os gastos globais com ferramentas de compliance para garantias de privacidade deverão chegar ao equivalente a R$ 35 bilhões. A análise é de que as leis já existentes ou em elaboração exigem um amplo arco de capacidades tecnológicas para que as instituições sejam capazes de responder às demandas dos usuários dos mais diferentes sistemas que de alguma forma coletam dados.

A primeira preocupação a ser respondida com novas ferramentas é o atendimento às requisições de informações sobre uso dos dados pessoais. Especialmente diante de pesquisas que apontam ser necessário, em média, duas semanas atualmente para responder a essas demandas. Segundo a consultoria, “o mercado de tecnologia da privacidade ainda está surgindo, mas é certo que a privacidade terá papel considerável no desenvolvimento de produtos”.


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