Publicada em: 20/12/2018 às 08:00
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Rotas submarinas são fundamentais na estratégia de peering remoto
Roberta Prescott

O peering remoto, troca de tráfego entre 2 ASN BGP sem a necessidade de ter um equipamento no local, apresenta vantagens a operadoras de provedoras, conforme apontaram os participantes de painel sobre o tema no o IX Fórum 12, realizado dias 11 e 12 de dezembro em São Paulo.

Sayde Bayde, da MobTelecom, explicou que a estratégia de peering remoto foi adotada pela empresa para ampliação da sua presença em outros países e para melhorar a experiência para o consumidor final. Bayde alertou que, ademais de estarem presentes nos pontos internacionais, as empresas precisam se atentar aos caminhos dos cabos. “Tem de ser inteligente a escolha dos cabos, tem de analisar as rotas marinhas, porque interfere na latência real”, disse.    

Darwin Costa, da Angola Cables, acrescentou a não necessidade de custo de capital, instant turn-up, mais controle sobre o roteamento, conexão com o core desde a sua região, múltiplas VLANs em single-interface e autonomia são alguns dos benefícios.

Conectar-se aos principais peerings internacionais faz parte da Alta Rede, conforme explicou Mario Gull. “A conexão aos peerings internacionais está mais acessível e barata. Os ASs brasileiros devem procurar estes pontos para levar qualidade para os clientes e é uma forma deles aparecerem nos principais PIXs do mundo. E isto pode trazer novas oportunidades”, apontou.  


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