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Computação em nuvem precisa ser invisível para a TI ficar em evidência
Por: Roberta Prescott* - 09/05/2018

Tornar a computação empresarial — infraestrutura, datacenter e nuvem — invisível foi o que mais se escutou na abertura do .Next18, evento da Nutanix que reúne, nesta semana, cerca de cinco mil pessoas, em New Orleans (EUA). Em sua palestra, Dheeraj Pandey, fundador, chairman e CEO da Nutanix, destacou que, quando as máquinas ficam invisíveis, a IT torna-se visível, ou seja, ficam em evidência os aplicativos, serviços e a governança, além das pessoas que tornam tudo possível.  

A companhia explica que o conceito é fazer com que a infraestrutura, o datacenter e a nuvem possam ser gerenciados tão facilmente quanto a experiência com o manejo de  aparelhos celulares, podendo alocar mais capacidade ou velocidade para determinadas aplicações. 

A jornada nesta direção passa pela modernização dos datacenters, por fazer com a computação em nuvem atenda a padrões corporativos e que múltiplas nuvens sejam convergentes e gerenciadas a partir de um único ponto. “A aposta para onde a indústria está indo não mudou. Uma vez que as pessoas experimentaram a computação em nuvem, elas querem que o modelo orientado ao consumo seja aplicado em tudo”, detalhou o presidente Sudheesh Nair, em entrevista.  

“Queremos fazer a nuvem invisível; e fazemos isto com software e colocando camadas abstratas, assim como a Apple fez com o iCloud”, comparou Nair, explicando que é importante fazer com o que cliente não tenham de pensar o que está on e off premise. 

Durante o evento, a empresa fez anúncios voltados para obtenção desta “invisibilidade” da computação empresarial e que complementam o portfólio para a infraestrutura hiperconvergente da Nutanix. Com o Flow, a empresa entra no mercado de rede definida por software (SDN); com Era aporta plataforma como serviço para gerenciamento de banco de dados, como Oracle e Postgres; e com Beam oferece software como serviço otimizado para recursos na nuvem. 

A Nutanix fechou o ano fiscal de 2017 com faturamento de USD 750 milhões e espera alcançar faturar, em 2021, USD 3 bilhões — no primeiro semestre do ano fiscal de 2018, foram USD 509 milhões de faturamento já. A empresa foi fundada em 2009, mas vendeu seu primeiro produto apenas em 2011. Recentemente, a Nutanix foi nomeada pelo Gartner como líder no quadrante mágico referente à infraestrutura hiperconvergente. Dell EMC, VMware e HPE estão enquadradas no mesmo quadrante.

*A jornalista viajou a New Orleans a convite da Nutanix.

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