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Remuneração variável: como estabelecer o melhor elo entre empregado e patrão
Por: Roberta Prescott - 08/01/2016

Sua empresa já adotou a remuneração variável? Na opinião de Francisco Pescuma, professor universitário e consultor da Peopleup Consultoria em Remuneração e RH, este modelo não apresenta desvantagens ou riscos uma vez que é autofinanciável. Ou seja, se o funcionário gera resultado, será remunerado; caso contrário, não. O modelo, além de maximizar a relação resultado versus custo, desenvolve o planejamento com visão estratégica, aumenta a eficácia gerencial e organizacional, aumenta o comprometimento e a motivação dos empregados e propicia uma melhor administração da rotatividade. 

A remuneração variável é um modelo que adiciona um valor à remuneração fixa, e não a substitui por completo. Não existe um parâmetro para definir o porcentual que será fixo e variável: isto depende de cada empresa e do programa a ser definido.

Mas, antes de implantar a remuneração variável, é preciso entender que se trata de um compromisso entre capital e trabalho na busca pelos resultados para ter a recompensa para ambos os lados. “É o programa que vai gerar os recursos financeiros para aplicação, de acordo com as metas e os objetivos definidos. Se não forem bem-definidos e se não cumprirem com o que foi estabelecido, não haverá distribuição de valores, mas é do próprio programa que sairá a verba para distribuição”, disse à Abranet Francisco Pescuma. 

Entenda como adotar a remuneração variável em reportagem na edição número 15 da revista Abranet

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