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Dez tendências da transformação digital em 2022

09 de fevereiro de 2022

por Redação da Abranet

O ano de 2022 deve ser marcado pela consolidação e universalização de algumas tendências que começaram a aparecer mais recentemente sendo aceleradas em consequência da Covid-19. A transformação digital é a mais aparente. Mas o que será destaque? Um estudo elaborado pela Unidade de Deep Digital Business da LLYC indicou, entre outras, a democratização dos dados, o marketing inclusivo, a arquitetura multi cloud, a necessidade de líderes digitais e a nova realidade trazida pelo Metaverso. Para o Alejandro Domínguez, diretor-sênior de digital business da LLYC para Europa, devido às excepcionais circunstâncias que experimentamos nos últimos dois anos, como sociedade avançamos a passos largos na adoção de uma consciência digital que teríamos normalmente demorado mais em adquirir. Segundo ele, isso fará com que a transformação digital se acelere cada vez mais.   O relatório Tendências Deep Digital Business 2022, elaborado pela LLYC, identifica dez dos principais aspectos que marcarão a transformação digital de empresas e instituições neste ano. São elas: IA para as boas relações: para todos que trabalham em marketing e comunicação, a Inteligência Artificial oferece a capacidade de alargar nossos horizontes, poder compreender as diversas realidades de cada um dos seus stakeholders e dar respostas personalizadas.  É uma ferramenta muito poderosa na hora de definir as estratégias e o impacto das nossas ações. Democratização dos dados: apenas 5% das pessoas estão satisfeitas com a coleta e análise de dados realizadas pelo seu departamento de marketing e comunicação. A covid potencializou a necessidade de tornar estes canais mais eficazes nas empresas de modo a dispor de informações de valor mais rapidamente. No cookies, no party: veremos o desenvolvimento de modelos de negócio de geração de informações não baseadas em cookies, mais limpas e transparentes. Por exemplo, através de teste de personalidades. A grande aposta das marcas é a criação de um first party data potente que compense as deficiências que possam ter na prospecção de novos públicos. Metaverso. Imersão no futuro: o CEO do META, Mark Zuckerberg, garante que em 10 anos já não “navegaremos” ou “olharemos” a Internet, o que faremos será “viver” nela. Os pilares do que será o Metaverso está provocando a adesão de muita gente a um movimento coletivo que lembra os começos da rede no final da década de 90 do século passado. Da era digital à quântica: um computador quântico nos permite processar, através de probabilidades estatísticas, volumes incalculáveis de informações a uma velocidade exponencial. Gigantes tecnológicos e potências como a China, os Estados Unidos, a Alemanha, a Rússia e a União Europeia já estão investindo grandes quantias de dinheiro para a pesquisa e desenvolvimento dessa tecnologia. Públicos fluídos: o TikTok revelou que os comportamentos deixaram de pertencer apenas a um perfil demográfico/psicográfico e respondem mais ou menos a posturas individuais. A concepção de um público que não se define pela idade ou gênero, mas pela atitude à comunidade a qual pertence é parte do futuro de como entendemos a comunicação. As arquiteturas multi cloud: hoje a nuvem se converteu em algo mais que uma ferramenta de armazenamento de informações. As arquiteturas híbridas e multi cloud permitem uma maior inovação e automatização, mais segurança, confiabilidade, flexibilidade e rentabilidade. É um dos principais aliados das equipes de tecnologia para levar as capacidades de inteligência das empresas a novos limites. O momento do marketing inclusivo: a questão já não é se a tecnologia é boa ou prejudicial, mas como devemos reduzir as desigualdades digitais. O marketing digital deve dar um passo além e concentrar-se na inclusão de todos os seres humanos. O marketing inclusivo pensa em todas as pessoas, e não apenas na maioria. O todo é onde está incluída a diversidade. A tecnologia em (e para) o talento: a busca e retenção do talento digital é um dos maiores problemas enfrentados pelos departamentos de Recursos Humanos das empresas. Estes profissionais podem não ter um currículo tradicional ou nem mesmo estar buscando emprego. Para chegar a eles, é necessário ir além. Deep Digital (& Social) leadership: a digitalização não só está mudando o modus operandi das empresas, como também a forma como elas são gerenciadas. Uma liderança transformadora requer pensar, agir e reagir de maneira diferente e, em termos de comunicação, isso nos está levando a modelos mais transparentes e dialéticos, com líderes que participam ativamente na conversação digital.

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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  • BC publica cronograma para testes do Pix Automático

    BC publica cronograma para testes do Pix Automático

    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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