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IX.br passa por evolução com adoção de 400G no PTT de SP

01 de novembro de 2022

por Roberta Prescott

IX.br passa por evolução com adoção de 400G no PTT de SP
Segue em curso o movimento de modernizar os pontos de troca de tráfego no Brasil, conforme explicou Julio Sirota, gerente de engenharia e infraestrutura Brasil Internet Exchange - IX.br, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br, durante palestra no IX Fórum 16. Sirota voltou a dizer que segue a meta de implantar EVPN, principalmente em São Paulo, onde “pelo tamanho da rede, é importante ter este tipo de tecnologia”. Houve, segundo ele, avanços em 2022 e existe a possibilidade de testes e pilotos em 2023. A implantação em São Paulo vai demandar um tempo, cerca de dois anos, para adequação do parque de equipamentos e migração. De forma simplificada, uma arquitetura EVPN-VXLAN suporta conectividade de rede de Camada 2 e Camada 3 eficiente com escala, simplicidade e agilidade, ao mesmo tempo em que reduz os custos de OpEx. Ao falar sobre a evolução, houve adoção de 400G no PTT de SP. No fim de 2021, 90% das portas dos PIX centrais estavam ocupadas e, por limitação técnica, não havia como agregar mais caixas no core. A solução, então, estava em trocar as caixas do spine (core) de forma a aumentar o número de portas e a adoção de 400G era necessário para atender o crescimento esperado.  “A migração do PIX central foi um marco importante para a gente em SP. É uma rede muito grande; conseguimos fazer isso com o trabalho de equipe e sem nenhum incidente”, assinalou Sirota.  Ele ressaltou que não haverá freezing operacional durante a Copa do Mundo de 2022 no Catar entre novembro e dezembro, mas há previsão de freezing operacional na Black Friday, nos dias 24 e 25 de novembro.  O freezing operacional permite dar a maior estabilidade possível nos Pontos de Troca de Tráfego do IX.br durante períodos de grande movimento de tráfego Internet. Isso significa que as manutenções e configurações estão suspensas.  Panorama  O total estimado de provedores com presença em algum ponto de troca de tráfego (PTT) ou IX, na sigla em inglês para internet exchange passou de 1.289, em 2017, para 2.442, em  2020. Há ainda uma menor participação de provedores de pequeno porte e de provedores das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.  O IX.br proporciona a ligação direta, permitindo que muitos sistemas autônomos (AS) troquem tráfego diretamente. A interligação de diversos AS em um IX ou PTT simplifica o trânsito da internet e diminui o número de redes até um determinado destino. Isso melhora a qualidade, reduz custos e aumenta a resiliência da rede.   Sirota assinalou que são 9.530 os ASNs alocados no Brasil e destes 5.633 têm conexões no IX.br e únicos conectados no IX.br são 3.478. O IX.br, em outubro de 2022, estava presente em 35 localidades, somando 3478 de sistemas autônomos (AS, na sigla em inglês) participantes e trocando 26 Tbit/s por mês. A estimativa é que existam de 12.826 empresas provedoras de internet no País, mas um número inferior — 7.007 empresas — têm declaração de acessos à Anatel, conforme mostrou Kashiwakura. Ele ressaltou que 35% dos ISP estão na região Sudeste do Brasil e que 93% dos ISP no Brasil são micro ou pequenas empresas (1 a 49 empregados). 

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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