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Sebrae anuncia aporte de R$ 312 milhões no ecossistema de startups

02 de maio de 2023

por Redação da Abranet

Sebrae anuncia aporte de R$ 312 milhões no ecossistema de startups
Principal apoiador das micro e pequenas empresas brasileiras, o Sebrae apresentou nesta terça-feira (02) o Sebrae Startups, uma plataforma que agrega iniciativas de capacitação, conexão e fortalecimento de empresas em early stage para estimular o empreendedorismo inovador em todo o Brasil. Somente em 2023, o Sebrae pretende investir R$ 312 milhões no ecossistema, ao acelerar negócios, disponibilizar tecnologias para empresas de todos os setores e fomentar ambientes de inovação pelo país. O lançamento da plataforma ocorreu no estande do Sebrae no Web Summit Rio, a versão brasileira de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, que acontece até o dia 04 de maio. Apenas em 2022, os programas do Sebrae em todos os estados brasileiros impactaram 7.777 negócios. Estimativas de entidades e empresas de dados, como o Sling Hub, apontam que o país conta atualmente com cerca de 20 mil startups. Com a plataforma, o Sebrae pretende atender em 2023 metade desse número: 10 mil empresas. Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, a meta é audaciosa, porém coerente com o protagonismo que a entidade já possui no setor. “O Sebrae é, historicamente, um dos grandes fomentadores do ecossistema brasileiro de inovação. Esta plataforma chega para reunir todas as nossas iniciativas para as startups. Temos uma capilaridade no país como nenhuma outra entidade, então há muito para contribuir. O empreendedorismo, em especial na área da inovação , é fundamental para o desenvolvimento do país no médio e longo prazo”, afirma Lima. Atualmente, todas as unidades estaduais do Sebrae executam ações de fomento a startups e ao ecossistema de inovação. A plataforma lançada irá agregar todas essas iniciativas e colocá-las em uma mesma rede, facilitando a troca de ideias e conhecimento. Uma das apostas é aproveitar boas práticas desenvolvidas em cada região e nacionalizá-las, além de formar um hub de conexão com parceiros como grandes empresas do ramo tecnológico, instituições públicas e governamentais, gestoras de venture capital, entre outros. Além da abrangência e capilaridade nacional, outro diferencial do Sebrae Startups é apoiar todas as etapas do desenvolvimento de uma empresa, desde o surgimento da ideia, passando pelas fases de operação e tração, antes que o negócio se torne scale-up, estágio em que já cresce em escala. Das 7.777 startups apoiadas pelo Sebrae em 2022, 69,5% são microempresas que faturam até R$ 360 mil por ano, 12,9% são pequenas, de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões, e 17,6% têm faturamento anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 300 milhões, consideradas de médio porte. Além disso, os negócios atendidos na sua maioria – 33,2% – surgiram entre 2020 e 2022, mostrando a aceleração que a pandemia proporcionou na transformação digital de vários segmentos econômicos. Um dos desafios para os próximos anos é aprofundar a expansão das startups por todas as regiões do país. Segundo levantamento de 2022 do Sebrae, 73,5% das empresas atendidas estão localizadas no Sudeste e Sul do Brasil. Além das ações estaduais, passam a fazer parte da plataforma Sebrae Startups iniciativas em regiões estratégicas do país como o Inova Amazônia e o StartupNE (Nordeste), que já atuam no desenvolvimento dos ecossistemas locais. Também integrarão a plataforma programas de amplitude nacional como o Sebrae Like a Boss, o Inovativa Brasil, o Sebraetec, entre outros. Iniciativas futuras Para atingir a meta de 10 mil empresas atendidas em 2023, o Sebrae Startups já está preparando algumas iniciativas para os próximos meses. Uma delas é o programa 1k+ Startups, que levará ao evento Startup Summit, em agosto, mil startups, que poderão expor durante um dos três dias da feira, participar de rodadas de conexão com fundos de venture capital, representantes de programas de internacionalização e grandes empresas com iniciativas de inovação aberta. O Startup Summit, inclusive, passa a ser o principal evento da marca Sebrae Startups. A edição de 2023 será entre 23 e 25 de agosto em Florianópolis (SC). Em 2022, inclusive, Santa Catarina passou a ser Polo de Referência Sebrae em Startup, solução do Sistema que reúne as melhores práticas e iniciativas para desenvolvimento do ecossistema brasileiro. Foi no âmbito do Polo de Referência que a marca Sebrae Startups foi criada, fortalecendo o posicionamento da entidade neste ambiente. Outra iniciativa que será apresentada em agosto, no Startup Summit, é o Observatório Sebrae Startups, para monitorar o setor por meio de levantamentos e pesquisas frequentes. O Sebrae Startups é uma plataforma que agrega iniciativas de capacitação, conexão e fortalecimento de empresas em early stage para fomentar o empreendedorismo inovador em todo o Brasil. O novo projeto engloba a capilaridade e a força da marca Sebrae para criar a maior rede de startups da América Latina. O objetivo da plataforma é desenvolver o setor tecnológico em todas as regiões do país. Mais informações em www.sebraestartups.com.br.

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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