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Wi-Fi movimentou R$ 620 bilhões no Brasil e Wi-Fi 7 será crucial para avanço dos agentes IA

03 de março de 2026

Wi-Fi movimentou R$ 620 bilhões no Brasil e Wi-Fi 7 será crucial para avanço dos agentes IA

O Wi-fi 7 poderá trazer mais de US$ 10 bilhões em investimentos nos próximos três anos se o Brasil avançar com a adoção do Wi-Fi 7. A projeção é do estudo ‘Desenvolvimento da Indústria de Wi-Fi no Brasil (2026-2028), lançado nesta segunda-feira, 2/3, no MWC 2026, em Barcelona, e produzido em parceria pela Huawei e pelo IPE Digital, e lançado no estande da Softex.

O levantamento, com dados da Wi-Fi Alliance, apura que a indústria global de Wi-Fi ultrapassou a marca de US$ 5 trilhões em 2025. O Brasil movimentou US$ 124 bilhões, ou cerca de R$ 620 bilhões, levando em conta o uso da conectividade, fabricação de equipamentos e desenvolvimento de aplicativos. Com a evolução para o Wi-Fi 7, a expectativa é gerar receitas adicionais anuais de até US$ 3 bilhões em equipamentos e até US$ 1,5 bilhão em novos serviços, além de reduzir custos operacionais das empresas em até 30%.

“Em 2030, os agentes IA serão 10 bilhões enquanto os usuários Internet serão 8 bilhões. Isso vai mudar o consumo do tráfego da Internet. Vai exigir mais consumo, mais tráfego. O Wi-Fi tem de avançar para suportar a demanda”, pontua o diretor de Marketing da Huawei Brasil, Carlos Roseiro. Hoje, segundo ele, de 5 a 10% da base de aparelhos celulares já suporta o Wi-Fi 7. “Podemos avançar mais. Os provedores Internet querea diferenciação de serviços. Eles querem oferecer gigabit aos clientes. O Wi-Fi 5 não permite”, adiciona.

Questionado se já há clientes da Huawei no Brasil para o Wi-Fi 7, Roseiro diz que há muitas conversas, mas ainda não foram feitos pedidos oficiais por parte das operadoras e dos provedores internet. “A evolução será natural. O Wi-Fi 7 chegará rápido ao Brasil por conta da era da IA”, adicionou.

O relatório mostra que, apesar de o Brasil contar com 47 milhões de usuários de banda larga fixa e presença de Wi-Fi em 91% das residências, a experiência real de conectividade ainda é limitada por gargalos nas redes locais, especialmente em ambientes com alta densidade de dispositivos ou aplicações intensivas em dados.

“O Wi-Fi tornou-se a principal interface de acesso à internet para a população e para as empresas. O Wi-Fi 7 representa uma evolução fundamental para transformar a infraestrutura existente em uma plataforma capaz de suportar inteligência artificial, cidades inteligentes e novos modelos de negócio digitais”, afirma Carlos Roseiro, ICT Marketing Director, Huawei Brasil.

Segundo o artigo, o impacto econômico do Wi-Fi já é significativo: o valor associado à tecnologia no Brasil alcançou US$ 124 bilhões em 2025, abrangendo serviços, equipamentos, aplicações e conectividade em ambientes públicos e privados. Com a evolução para o Wi-Fi 7, a expectativa é gerar receitas adicionais anuais de até US$ 3 bilhões em equipamentos e até US$ 1,5 bilhão em novos serviços, além de reduzir custos operacionais das empresas em até 30%

O estudo também aponta que a tecnologia poderá contribuir diretamente para o desenvolvimento econômico e social, com potencial de criar entre 150 mil e 200 mil empregos e impulsionar o PIB brasileiro em até 1,2% ao ano, ao viabilizar aplicações como educação digital, telemedicina, automação industrial e agricultura conectada. O estudo completo pode ser acessado aqui.

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    13 de setembro de 2023 | Redação da Abranet

    O Banco Central (BC) informou que, em 50 dias de projeto piloto, 500 transações foram bem sucedidas no Drex, a moeda digital brasileira, e 11 instituições operam na rede. Segundo a autoridade monetária, os participantes do programa começaram a ser incorporados à plataforma no fim de julho. De lá para cá, vários tipos de operações têm sido simuladas, tanto no atacado quanto no varejo, disse o BC. De acordo com a autarquia, a primeira emissão de títulos públicos federais na plataforma Drex para fins de simulação foi realizada nessa segunda-feira (11). Cada um dos participantes já habilitados recebeu uma cota da versão para simulação dos títulos públicos e, a partir de então, podem iniciar também a simulação de procedimentos de compra e venda desses títulos entre eles e entres clientes simulados, afirmou. Vários tipos de operações têm sido simuladas tanto no atacado quanto no varejo – como criação de carteiras, emissão e destruição de Drex e transferências simuladas entre bancos e entre clientes. Todos os participantes conectados já realizaram ao menos alguns desses tipos de transações, sendo que cerca de 500 operações foram conduzidas com sucesso. A primeira fase do piloto deve ser encerrada no meio de 2024, com o desenvolvimento ainda de outras facilidades na fase seguinte. A cada semana, um tipo novo de operação é realizado pelas instituições participantes. Todas essas transações são apenas simuladas e se destinam ao teste de infraestrutura básica do Drex, que ainda não conta com a soluções de proteção à privacidade que serão testadas ao longo do Piloto Drex, ressaltou o BC.

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    04 de setembro de 2024 | Da Redação Abranet

    O Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central publicou nesta quarta, 4/9, uma nova instrução normativa que trata de diferentes aspectos da adesão ao Pix, além de prever a oferta de produtos e serviços adicionais ou facultativos. A norma trata de como os interessados, tenham já ou não autorização do BC para operar, devem fazer para aderirem ao sistema de pagamento instantâneo, as diversas etapas do processo e exigências para a formalização, como o projeto de experiencia do usuário, uso de QR Codes, etc. A autoridade monetária também trata de como instituições autorizadas a funcionar podem oferecer serviços adicionais, se habilitar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais – DICT, ou serviços de iniciação de pagamentos, saque, por exemplo. Prevê, ainda, que uma instituição já participante do Pix, ou em processo de adesão, poderá apresentar, a qualquer tempo, pedido para ofertar ou consumir funcionalidades, de natureza facultativa, relacionadas ao Pix Automático. Além disso, a IN 511 traz um cronograma relacionado aos testes do Pix Automático: I – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix antes de 28 de abril de 2025, inclusive instituições participantes em operação, devem realizar com sucesso os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025; II – instituições que concluíram a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025 devem realizar com sucesso os testes no prazo de oito semanas contadas a partir da conclusão com sucesso da etapa homologatória pertinente; III – instituições que não concluírem a etapa homologatória do processo de adesão ao Pix até 6 de junho de 2025 devem concluir os testes do Pix Automático dentro do prazo determinado para a conclusão com sucesso dessa etapa; e IV – instituições participantes em operação que ofertem conta apenas a usuários pessoa jurídica e optem por não ofertar pagamentos via Pix Automático devem encaminhar formulário cadastral indicando dispensa da oferta de Pix Automático até 4 de abril de 2025. Instituições participantes do Pix que estejam obrigadas a ofertar serviços do Pix Automático ou que, de forma facultativa, enviem até 4 de abril de 2025 formulário de atualização cadastral indicando a intenção de oferta de serviços do Pix Automático, devem cumprir os testes entre 28 de abril de 2025 e 6 de junho de 2025.

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    15 de julho de 2014 | Roberta Prescott

    Passado o evento NetMundial, agora representantes de grupos setoriais trabalham juntos para formar comitê que vai elaborar uma proposta para nortear a migração dos trabalhos da Iana, sigla em inglês para Autoridade para Designação de Números da Internet, para, ao que tudo indica, uma entidade multissetorial.; A IANA é um departamento da ICANN (em português, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), cujo controle, até agora, é exercido pela NTIA, agência dos EUA responsável por aconselhar o presidente nos assuntos envolvendo políticas de telecomunicações e de informação.; O atual contrato do governo dos Estados Unidos com a ICANN para gerenciar as funções técnicas de DNS expira em 30 de setembro de 2015, podendo ser estendido por até quatro anos, se a comunidade precisar de mais tempo para desenvolver a proposta de transição. Desde que os Estados Unidos anunciaram sua saída, entidades do mundo todo vêm se organizando para debater como será a feita a transição e quem ficará na coordenação.; Durante o NetMundial, realizado entre 23 e 24 de abril, em São Paulo, o governo dos Estados Unidos se opôs a um modelo multilateral, apontando, entre as condicionantes para a transição, que apoiam o modelo multissetorial (multistakeholder). Os EUA também deixaram claro que não vão aceitar uma proposta de transição que substitua o papel NTIA com uma solução conduzida por algum governo ou uma solução intergovernamental.; O NetMundial foi aclamado por seus participantes por indicar uma série de princípios que devem reger a internet, como a neutralidade de rede, a liberdade de expressão e o direito de acesso. A consolidação destes princípios foi o grande legado, como explicou para a Abranet Vanda Scartezini, representante para a América Latina da ONG PIR. ; ; Cada um dos grupos dos stakeholders, líderes dos principais setores da cada sociedade interessados no tema, elege os participantes que integrarão o comitê, sempre visando ao caráter técnico e não político. No total, cerca de 30 pessoas integrarão o comitê de trabalho cujo objetivo é apresentar uma proposta do que poderia substituir o controle que hoje é da NTIA. Dois brasileiros fazem parte deste comitê: Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e Hartmut Richard Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.; A expectativa, explica Vanda Scartezini, é ter alguma proposta no próximo encontro da ICANN, em outubro em Los Angeles. Despois disto, as ideias vão para consulta pública, quando recebem críticas e sugestões, que são compiladas e analisadas. “Esta é a primeira fase de trabalhos. Como é um grupo grande, imagino que eles devam se dividir em subgrupos”, comenta. ; ;

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