
Abranet assina com sindicatos e outras entidades um manifesto para a aprovação no Senado do PLC 38/2017, que trata da reforma trabalhista, por entender que a Era Digital impõe um novo perfil de profissional e de relação laboral.

Muitos provedores regionais de banda larga fixa não estão cumprindo a medida, necessária na regulamentação, adverte a superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Maria Lúcia Bardi.

“O provedor, para ser competitivo, chega com internet em valor reduzido e acaba com tíquete médio baixo. E precisa, portanto, ter custos reduzidos, e um desses fatores é o poste, que ainda tem um preço que vai de R$ 3 a mais de R$ 20, destacou o diretor de Serviços Associados da Abranet, André Costa, ao participar do seminário Conecta Brasil, realizado pela Anatel.

O reconhecimento é da própria Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel). “A fibra óptica nos provedores regionais já tem mais do que o dobro da participação quando comparada com a última milha. Os pequenos têm mais de 16% da sua infraestrutura em fibra, enquanto nos grandes ela não passa de 7%”, destacou o conselheiro da agência, Aníbal Diniz.

O programa também quer ampliar parcerias com os provedores privados locais e regionais de internet, para que estendam a capilaridade atual das fibras óticas.

Agência reguladora sustenta que o cadastro será suficiente para as empresas negociarem com as concessionárias de energia elétrica o uso dos postes. O site da Abranet disponibiliza a íntegra do documento. Novo modelo entra em vigor em 60 dias. Anatel dispensa outorga de serviços para provedores com menos de cinco mil clientes